25 de jun de 2013

Silvio Santos explica falta de programação religiosa: SBT é casa judaica

O apresentador falou sobre a Rede Record afirmando que a empresa de Edir Macedo é mal administrada.
por Leiliane Roberta Lopes

Silvio Santos explica falta de programação religiosa: SBT é casa judaicaSBT é uma casa judaica e não aluga horários para religiões
Em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo, o apresentador Silvio Santos explicou porque o SBT não abre espaço de sua programação para atrações religiosas usando a história de Israel e sua religião para justificar.
Judeu, o dono do SBT lembra que todas as vezes que Israel permitiu que outras religiões entrassem em suas terras, eles foram escravizados. “No dia em que os judeus começaram a deixar que outros deuses fossem homenageados em Israel, os babilônios foram lá e tiraram o templo e jogaram os judeus para fora”, disse.
“Eu não vendo horário religioso. É contra o meu princípio. Judeu não deve alugar a televisão para os outros”, explicou-se. Silvio aproveita para dizer que nos lugares onde ela manda não entra outra religião, mas isto não se aplica na vida de sua esposa e filhas que são evangélicas.
Nem mesmo programas judaicos farão parte da grade do SBT. “Nós não temos nenhum programa judaico, né? Nem católico nem evangélico nem budista. Nada disso”, diz ele afirmando que o SBT “é uma casa judaica”.

SBT x Rede Record

O apresentador comentou sobre o aumento da audiência que tem feito o SBT ultrapassar a Rede Record e ficar em segundo lugar no ibope. Falando sobre a boa administração que aplica em sua emissora, Silvio alfineta a concorrente dizendo que as demissões em massa podem ser uma decisão da Igreja.
“A Record, você vê, está perdendo um dinheirão. Por quê? Porque está administrando mal. Está jogando dinheiro fora [risos]“. O dono do SBT diz também que a Record “não tem necessidade de dinheiro”.
Se referindo aos mais de 400 profissionais que foram demitidos da Record nas últimas semanas, Silvio Santos diz que não entende os motivos para esta decisão. “Não sei por que estão demitindo. Isso aí deve ter sido alguma decisão na Igreja [Universal]. Deve estar havendo algum bate-boca na igreja.”

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